Não. Não pretendo fazer referência ao discurso de Martin Luther King, que este ano completa quarenta e seis anos ou mesmo sobre a posse de Barack Obama que, particularmente creio ser mais um equívoco político americano. O assunto é mais trivial e comezinho. Refiro-me sobre o sonho da maioria da população brasileira de aquisição de um veículo, no caso, financiado.
Segundo a Associação Nacional das Empresas Financeiras das Montadoras, os financiamentos dos automóveis estão com os prazos reduzidos em razão do aumento da inadimplência e dos juros no mês de novembro de 2008.
Assim, os planos máximos reduziram de oitenta e quatro meses para sessenta meses e os planos médios de quarenta e dois meses para trinta e nove meses uma vez que a inadimplência acima de noventa dias registrada em novembro de 2008, cresceu de 3.1% para 4,1% se comparada com o mesmo período do ano anterior.
Contudo, o que a Associação Nacional das Empresas Financeiras das Montadoras não esclarece é que, em verdade, o financiamento de veículos é um ótimo negócio somente para as empresas financiadoras já que, não raro, oneram excessivamente os consumidores mediante cobranças de taxas, comissões e encargos abusivos, entre outros.
Talvez seja por isso que, incluindo as operações de leasing e de crédito direto ao consumidor, é um negócio que cresce 22,5% chegando à cifra de R$ 136.768 bilhões de reais em novembro de 2008.
Eu também tenho um sonho, não igual ao do senhor King, mas também é um sonho. De que o cidadão que precise contratar um financiamento no intuito de adquirir um veículo não seja espoliado para fomentar o lucro das grandes empresas e se isto acontecer, que busque na justiça seus direitos, evitando que seu sonho se torne um pesadelo.
Ou como já cantou Milton Nascimento: “quero a alegria, muita gente feliz, quero que a justiça reine em meu país”, independentemente do senhor Obama.
Mas isso já é outra história.
Segundo a Associação Nacional das Empresas Financeiras das Montadoras, os financiamentos dos automóveis estão com os prazos reduzidos em razão do aumento da inadimplência e dos juros no mês de novembro de 2008.
Assim, os planos máximos reduziram de oitenta e quatro meses para sessenta meses e os planos médios de quarenta e dois meses para trinta e nove meses uma vez que a inadimplência acima de noventa dias registrada em novembro de 2008, cresceu de 3.1% para 4,1% se comparada com o mesmo período do ano anterior.
Contudo, o que a Associação Nacional das Empresas Financeiras das Montadoras não esclarece é que, em verdade, o financiamento de veículos é um ótimo negócio somente para as empresas financiadoras já que, não raro, oneram excessivamente os consumidores mediante cobranças de taxas, comissões e encargos abusivos, entre outros.
Talvez seja por isso que, incluindo as operações de leasing e de crédito direto ao consumidor, é um negócio que cresce 22,5% chegando à cifra de R$ 136.768 bilhões de reais em novembro de 2008.
Eu também tenho um sonho, não igual ao do senhor King, mas também é um sonho. De que o cidadão que precise contratar um financiamento no intuito de adquirir um veículo não seja espoliado para fomentar o lucro das grandes empresas e se isto acontecer, que busque na justiça seus direitos, evitando que seu sonho se torne um pesadelo.
Ou como já cantou Milton Nascimento: “quero a alegria, muita gente feliz, quero que a justiça reine em meu país”, independentemente do senhor Obama.
Mas isso já é outra história.
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